Google lança pacote de produtividade que dribla departamento de TI
Fevereiro 19, 2008
O Google está lançando uma nova versão do seu pacote de aplicativos hospedados na web que pode ser usada por funcionários dentro do ambiente de trabalho sem a necessidade do envolvimento do departamento de tecnologia ? mais uma dor de cabeça para os administradores de rede preocupados em barrar softwares não autorizados no ambiente corporativo.
O lançamento, chamado Google Apps Team Edition, deve estar disponÃvel nesta quinta-feira (07/02) gratuitamente, e é voltado a usuários que se interessam pelas ferramentas online e cujas empresas não adotaram o pacote de produtividade do Google, disse Rajen Sheth, gerente sênior de produtos para Google Apps.
A versão Team Edition inclui serviços de comunicação e colaboração de outras edições, como processador de texto, planilhas, mensagem instantânea e calendário, mas não o Gmail, que requer a autorização da empresa para direcionar o tráfego de mensagens.
Mais de 500 mil organizações, a maioria delas pequenas empresas, já baixaram o Google Apps, mas as versões anteriores - Standard, Education, Partner e Premier ? exigem envolvimento do departamento de tecnologia na implementação, pois utilizam o domÃnio corporativo.
Com o Team Edition, qualquer usuário que tenha um endereço válido dentro do domÃnio da empresa pode compartilhar serviços ? independente da autorização departamento de tecnologia.
?O departamento de TI tem a opção de assinar a versão Standard Edition gratuitamente se quiser ter controle sobre o processo?, argumentou Sheth. A edição também pode ser atualizada para as versões pagas, como a Premirer, que custa 50 dólares por usuário ao ano.
Para Matt Cain, analista do Gartner, o Google terá que equilibrar o incentivo aos usuários finais e a participação do departamento de tecnologia se quiser emplacar o serviço. ?O Google vai encorajar a adoção dos usuários finais, mas não pode retirar a intermediação da equipe de Ti, que no final limpa qualquer bagunça feita?, avalia.
Fonte: IDG Now!
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Fonte: IDG Now!
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“As conversas só começaram”, disse Masayoshi Son, presidente da Softbank, numa entrevista coletiva sobre lucros. “Precisamos de muito mais permutas para chegar a uma decisão final.”
Na semana passada, a Microsoft ofereceu US$ 44,6 bilhões para comprar o Yahoo. A Softbank japonesa detém 3,9% da empresa nos Estados Unidos e cerca de 40% das ações no Japão. A sede da empresa, Yahoo Inc., é dona de apenas um terço do Yahoo Japão.
Son preferiu não falar sobre seu posicionamento nas negociações ou sobre um possível acordo. Mas, em resposta a repórteres, ele negou estar pensando em oferecer uma contra-proposta para comprar a Microsoft Corp. “Tudo é possível, mas não estou pensando nisso no momento”, afirmou.
A Softbank, que construiu seu império na internet por meio de aquisições, comprou a operadora Vodafone no Japão por US$ 15 bilhões em 2006.
O presidente Son, que mantém boas relações tanto com Jerry Yang, do Yahoo, quanto com Bill Gates, da Microsoft, observou que a Softbank e o Yahoo têm dois importantes negócios juntos - o Yahoo Japão e a empresa de buscas chinesa Alibaba Group.
Analistas dizem que, se o Yahoo rejeitar a proposta da Microsoft, a companhia será obrigada a enfrentar outras ofertas ou fazer mudanças para satisfazer investidores. O Google também anunciou que poderia fazer uma parceria amigável com o concorrente Yahoo, mas a aliança deve ser impedida por agências regulatórias antitruste.
Fonte: Estadão Tecnologia
Entrevista: Nokia revela suas armas para desafiar Google e Apple
Mas a principal batalha para definir quem irá controlar a nova era da computação não será travada dentro dos chips dos computadores e celulares. Vencerá quem oferecer o melhor leque de aplicativos e serviços. Em outras palavras, a Nokia está se reinventando para desafiar o Google e a Apple em seu próprio território. Conseguirá? Leia mais abaixo:
Fonte: IDG Now!
Gmail desativa conta de usuários na tentativa de combater spammers
O Google desabilitou contas do Gmail de um número indeterminado de usuários graças a uma aparente tentativa de combater spammers.
Na quarta-feira (05/12) à noite, usuários começaram a reportar no fórum de ajuda do Gmail que o Google estava barrando o acesso às suas próprias contas.
Um funcionário do Google que patrulha os fóruns e posta mensagens em nome da empresa reconheceu a existência de um problema na tarde da quinta-feira.
Várias horas mais tarde, o Google declarou o problema resolvido. ?Nossos esforços para prevenir infrações dos Termos de Uso levaram à identificação incorreta de um número de usuários?, escreveram funcionários.
Em um post na seqüência, o Google Guide deu mais detalhes da situação, dizendo que foi resultado de um esforço para banir usuários que abusam do serviço, como spammers.
O Google garantiu que as pessoas cujas contas foram bloqueadas indevidamente deveriam voltar a ter acesso sem prejuÃzos, mas quem tentou enviar mensagens a esses usuários nos horários de problemas recebeu uma mensagem de devolução.
Além disso, na manhã da sexta-feira alguns usuários ainda estavam trancados para fora de suas contas.
O Google não respondeu de imediato ao pedido para comentar o assunto.
Fonte: IDG Now!
Um terço dos homens acha normal terminar namoro por e-mail
Veja a íntegra da pesquisa (em inglês)
O estudo foi encomendado pelo Google para saber o envolvimento do comportamento humano com a internet. Homens, por exemplo, são mais abertos a ter contas secretas de e-mail (17%) do que mulheres (9%), diz a pesquisa. Por outro lado, mulheres têm mais o hábito de espiar e-mails alheios (27%) do que homens (21%).
Outro dado curioso é o que mediu o número de “contas conjuntas”. Um quarto (ou 25%) dos pesquisados mantém um e-mail comum com o(a) parceiro(a). Muitos deles utilizaram o e-mail para começar a namorar. Os usuários entre 18 e 24 anos que gostam de usar e-mails para convidar pessoas para sair foram 69%, contra 58% das pessoas com mais de 55 anos.
Fonte: Estadão Tecnologia
Microsoft faz nova investida pelo Yahoo com mesma oferta
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A oferta original da Microsoft de dinheiro e ações - rejeitada pelo Yahoo na semana passada - era de US$ 31 por ação, ou US$ 44,6 bilhões. Por causa da queda das ações da Microsoft desde então, a proposta vale agora US$ 41,74 bilhões e avalia o Yahoo a US$ 29,01 por ação. O papel fechou esta segunda-feira, 18, a US$ 29,66, de acordo com a Dow Jones.
Em entrevista também nesta segunda, o presidente da Microsoft. Bill Gates, disse que a oferta não subvaloriza o Yahoo. “Mandamos uma carta e achamos que é uma boa oferta. Nada aconteceu além de nós acharmos uma boa oferta”, afirmou, antes de provocar: “Eles deveriam avaliar novamente a proposta”.
No início da semana passada, o Yahoo negou a oferta de US$ 44,6 bilhões (a maior desde o estouro da bolha da internet, em 2000), por “subvalorizar substancialmente” a companhia. A partir de então, ventilaram na imprensa especializada notícias de possíveis acordos da pioneira da internet com a News Corp., AOL e até o concorrente Google. Analistas diziam se tratar de estratégia para a Microsoft aumentar o valor de compra para pelo menos US$ 50 bilhões.
Não foi o que aconteceu. Apesar disso, muitos analistas ainda afirmam que a Microsoft fará o que for preciso para comprar o Yahoo, já que de certa forma depende dele para competir com o Google, líder do mercado de buscas e publicidade em links. De acordo com Bill Gates, o Google é a única empresa “com massa crítica” no mercado de buscas.
Fonte: Estadão Tecnologia
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Gates, que classificou a oferta de sua empresa pelo Yahoo como “muito justa”, disse que o Google era a única empresa com “massa crítica” nas buscas online. A Microsoft precisa ampliar sua participação nesse mercado se deseja criar um negócio de busca na web mais competitivo e lucrativo.
“Podemos arcar com os grandes investimentos em engenharia e marketing que precisam ser feitos. E o faremos com ou sem o Yahoo”, disse Gates em entrevista à Reuters.
“Mas percebemos igualmente que chegaríamos lá mais rápido se o grande trabalho de engenharia que o Yahoo já realizou e os ótimos engenheiros da empresa fizessem parte de um esforço comum”, afirmou Gates, o maior acionista da Microsoft.
As duas empresas chegaram a um impasse quanto à oferta não solicitada de US$ 41,7 bilhões apresentada pela Microsoft para adquirir a rival. A proposta de aquisição da Microsoft oferece US$ 31 em dinheiro e ações por ação do Yahoo, um valor rejeitado pelo conselho do Yahoo, que alega que a empresa vale mais do que isso.
A Microsoft rebateu alegando que sua oferta era “plena e justa”, mas não revelou o que planeja fazer a seguir. Analistas esperam que a Microsoft ofereça proposta melhor, possivelmente em valor de US$ 35 por ação, a fim de fechar negócio.
“Não existem novidades no processo. Nós enviamos nossa carta e reforçamos que a oferta que apresentamos pode ser considerada justa”, disse Gates, que continua a ser o rosto da Microsoft embora planeje se dedicar à empresa apenas em tempo parcial, a partir de junho, quando ele se concentrará mais em seu trabalho filantrópico.
As ações da Microsoft caíram 13% desde a oferta pelo Yahoo, e estão cotadas a US$ 29. As ações do Yahoo fecharam a US$ 29,66 na Nasdaq, sexta-feira, o que indica que os investidores esperam que a Microsoft eleve sua proposta.
Fonte: Estadão Tecnologia
Buscador de código aberto Wikia Search é mal recebido por blogueiros
Fevereiro 15, 2008
O novo buscador de código aberto Wikia Search, cuja versão alpha foi lançada ontem (07/01), ganhou análises desfavoráveis dos blogueiros, incluindo o popular blog de tecnologia Mashable.
“Toda vez que eu faço uma análise de um sistema de busca, eu me lembro de como o Google é bom e funciona”, escreveu Stan Schroeder, do Mashable.
O influente e popular blogueiro Michael Arrington, do TechCrunch, também criticou o Wikia Search, dizendo que ele falha e que “é um dos maiores desapontamentos que já tive em uma análise”.
As principais crÃticas referem-se aos resultados pobres e a ausência de “elementos humanos”. “O Wikia Search parece que foi feito por apenas dois garotos em um mês”, brincou Stan Schroeder.
O Wikia Search, que é um projeto de um dos fundadores da Wikipedia, Jimmy Wales, ainda está na fase alpha e o seu web site contém um aviso que os resultados de buscas ainda são “baixos”.
Wales respondeu à s crÃticas de Arrington, do TechCrunch, lembrando o status alpha do projeto e que, assim como a Wikipedia, o Wikia Search é um esforço colaborativo.
“Nós avisamos no dia do lançamento da Wikipedia que ele era um site vazio com algum conteúdo divertido”, lembrou Wales o começo da enciclopédia online, que hoje é uma das principais fontes de consulta da internet.
Fonte: IDG Now!
Microsoft quer comprar empresa de busca corporativa por US$ 1,2 bi
A Microsoft se candidatou à compra da empresa de softwares de busca busca Fast Search And Transfer por 1,2 bilhão de dólares, afirmou a empresa nesta terça-feira (08/01). A aquisição integrará à Microsoft tecnologias de busca de ponta.
Os esforços da empresa voltados a este mercado têm tido outro enfoque. Em novembro do ano passado, a Microsoft apresentou dois novos produtos, o Search Server 2008 e o Search Server Express 2008, ambos baseados na sua plataforma de produtividade de negócios SharePoint Server 2007.
A Microsoft está introduzindo o Search Server 2008 como uma entrada de baixo custo nas operações de busca, enquanto a versão Express é gratuita para instalações únicas.
Ao integrar os produtos da Fast Search com o SharePoint, junto a sua rede mundial de parceiros, a Microsoft levará os produtos da empresa adquirida a uma audiência mais ampla.
A Microsoft conta também com a equipe de pesquisa da Fast Search para impulsionar seu trabalho da área na Europa em seus laboratórios localizados na Inglaterra, Cambridge e Dinamarca.
Os diretores da Fast Search recomendaram que os acionistas aceitem a oferta. O acordo deve ser finalizado no segundo trimestre.
Entre os rivais da empresa no mercado de operações especializadas em ferramentas de busca está o Google, com o Search Appliance.
Fonte: IDG Now!
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