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Cientistas criam dispositivo que gera eletricidade com movimento das pernas
Fevereiro 11, 2008

Acabou a bateria do celular, do tocador MP3 ou do GPS? Que tal recarregar aparelhos eletrônicos sem precisar voltar para casa, usar uma tomada e esperar? Melhor ainda: que tal fazer isso no meio da rua, enquanto caminha e usa energia gerada pelos próprios movimentos do corpo?

A novidade está descrita na edição desta sexta-feira (8/2) da revista Science. Um grupo de cientistas de laboratórios nos Estados Unidos e Canadá desenvolveu um dispositivo para ser instalado nas pernas e que gera eletricidade enquanto o usuário caminha.

Da mesma forma que os automóveis híbridos acumulam energia dissipada ao pisar nos freios ? e a ?reciclam? para uso no deslocamento do veículo ?, o dispositivo armazena parte da energia cinética dos movimentos das pernas.

Instalados nas duas pernas, os equipamentos geram 5 watts de eletricidade durante caminhadas leves. Energia suficiente para fazer funcionar dez celulares simultaneamente ou os laptops de baixo custo que estão sendo testados em países em . Ao correr, a energia produzida chegou a 54 watts.

?O fato é que há muita energia disponível em vários locais do corpo humano e que pode ser convertida em eletricidade. O joelho, por exemplo, é um dos melhores pontos?, disse Arthur Kuo, da Universidade de Michigan, um dos autores do estudo.

Os pesquisadores testaram dispositivos em seis voluntários. Cada aparelho era composto por um pequeno motor montado em um chassi de alumínio, com gerador, correias, potenciômetros e conectores. Somados às bandas de borracha para fixar na perna, resultaram em um peso de 1,6 quilo cada um.

?O objetivo era demonstrar o conceito. O protótipo é desajeitado e pesado e afeta o modo de andar, mas esperamos melhorá-lo de modo que seja mais fácil de usar e mais eficiente na geração de energia?, disse Kuo.

Segundo os pesquisadores, além de servir como fonte de eletricidade em locais remotos, a tem potencial para ser empregada no funcionamento de próteses robotizadas. Outros usos estariam em bombas de insulina implantadas ou para diminuir o fardo de soldados, que não precisariam carregar pesadas baterias de modo a operar dispositivos eletrônicos cada vez mais comuns em campos de combate.

Fonte: IDG Now!


Hackers fazem chamadas VoIP no iPhone
Fevereiro 7, 2008

Graças a um novo hack para desbloqueio do iPhone, é possível fazer ligações VoIP pelo dispositivo, afirmaram os hackers eok e Samuel, no Unofficial Apple Weblog, na segunda-feira (10/12).

As chamadas VoIP foram feitas usando o Session Initiation Protocol (SIP).

A solução ainda não é perfeita, mas a dupla conseguiu gerenciar o registro do SIP e obter sinais, segundo o blog. Os desenvolvedores já conseguem fazer e receber chamadas.

Saiba mais sobre o iPhone:

> Especial: tudo sobre o iPhone
> Os prós e contras do iPhone
> Conheça os rivais do iPhone

> Fotos: conheça o iPhone
> Primeiras análises elogiam iPhone

Quando o trabalho estiver completo, os usuários poderão fazer ligações VoIP com a solução, usando conexão Wi-Fi.

O iPhone, que foi alvo de hacks para seu desbloqueio pouco tempo após ser lançado, hoje é vendido desbloqueado na França.

Fonte: IDG Now!


SIP, IAX, H323
Janeiro 25, 2008

O Protocolo de Iniciação de Sessão (Session Initiation Protocol - ) é um protocolo de aplicação, que utiliza o modelo “requisição-resposta”, similar ao HTTP, para iniciar sessões de comunicação interactiva entre utilizadores. É um padrão da Internet Engineering Task Force (IETF) (RFC 3261, 2002.).

é um protocolo de sinal para estabelecer chamadas e conferências através de redes via Protocolo IP. O estabelecimento, mudança ou término da sessão é independente do tipo de mídia ou aplicação que será usada na chamada; uma chamada pode utilizar diferentes tipos de dados, incluindo áudio e vídeo.

teve origem em meados da década de 1990 (naquele tempo o H.323 estava a começar a ser finalizado como um padrão) para que fosse possível adicionar ou remover participantes dinamicamente numa sessão multicast. O do concentrou-se em ter um impacto tão significativo quanto o protocolo HTTP, a por trás das páginas da web que permitem que uma página com links clicáveis conecte com textos, áudio, vídeo e outras páginas da web. Enquanto o HTTP efectua essa integração através de uma página web, o integra diversos conteúdos a sessões de administração. O recebeu uma adopção rápida como padrão para comunicações integradas e aplicações que usam presença. (Presença significa a aplicação estar consciente da sua localização e disponibilidade).

foi moldado, inspirado noutros protocolos de Internet baseados em texto como o SMTP (email) e o HTTP (páginas da web) e foi desenvolvido para estabelecer, mudar e terminar chamadas num ou mais utilizadores numa rede IP de uma maneira totalmente independente do conteúdo de dados da chamada. Como o HTTP, o leva os controles da aplicação para o terminal, eliminando a necessidade de uma central de comutação.

O protocolo possui as seguintes características:

  • Simplicidade e possui apenas seis métodos.
  • Independência do protocolo de transporte.
  • Baseado em texto.

2- (acrónimo para “ Inter Asterisk eXchange”) é um protocolo desenvolvido pela Digium com o objectivo de estabelecer comunicação entre servidores . é um protocol transporte, tal como o , no entanto faz uso apenas de um único porto UDP (4569) tanto para sinalização como para streams RTP. O facto de utilizar apenas um porto é uma vantagem em cenários de Firewall e ou NAT. IAX2 é versão 2 do .

Actualmente este protocolo já é utilizado, para além de comunicação entre servidores , em telefones . Assim como existem telefones existem também telefones IAX2.

é usado pelo PBX alternativo ao , H.323, para conectar a outros dispositivos que suportam (uma lista limitada no momento, mas com rápido crescimento).

Atualmente está na versão 2. O suporta tanto o quanto o 2.

O padrão H.323 é parte da família de recomendações ITU-T (International Telecommunication Union Telecommunication Standardization sector) H.32x, que pertence a série H da ITU-T, e que trata de “Sistemas Audiovisuais e Multimídia”. A recomendação H.323 tem o objetivo de especificar sistemas de comunicação multimídia em redes baseadas em pacotes e que não provêem uma Qualidade de Serviço (QoS) garantida. Além disso, estabelece padrões para codificação e decodificação de fluxos de dados de áudio e vídeo, garantindo que produtos baseados no padrão H.323 de um fabricante interopere com produtos H.323 de outros fabricantes.

Redes baseadas em pacotes incluem as redes IP (Internet Protocol) como a Internet, redes IPX (Internet Packet Exchange), as redes metropolitanas, as redes de longa distância (WAN) e ainda conexões discadas usando PPP.

O padrão H.323 é completamente independente dos aspectos relacionados à rede. Dessa forma, podem ser utilizadas quaisquer tecnologias de enlace, podendo-se escolher livremente entre as que dominam o mercado atual como Ethernet, Fast Ethernet, FDDI, ou Token Ring. Também não há restrições quanto à topologia da rede, que pode consistir tanto de uma única ligação ponto a ponto, ou de um único segmento de rede, ou ainda serem complexas, incorporando vários segmentos de redes interconectados.

O padrão H.323 especifica o uso de áudio, vídeo e dados em comunicações multimídia, sendo que apenas o suporte à mídia de áudio é obrigatório. Mesmo sendo somente o áudio obrigatório, cada mídia (áudio, vídeo e/ou dados), quando utilizada, deve seguir as especificações do padrão. Pode-se ter uma variedade de formas de comunicação, envolvendo áudio apenas (telefonia IP), áudio e vídeo (videoconferência), áudio e dados e, por fim, áudio, vídeo e dados.


VoIP, Asterisk e Software Livre

, e Livre

é um dos mais usados para atualmente. É geralmente distribuído sob os termos do GNU ou GPL. Esta licença permite a distribuição do código e dos binários do com ou sem modificações, proporcionando quando é distribuído para qualquer um, seja distribuído com código fonte ( incluindo qualquer modificação que você faça) e sem qualquer restrição de uso ou redistribuição do código. Para miores informações, procure a GNU-GPL, incluído como um apêndice. A GPL não se extende para o hardware ou utilizados pelo . Por exemplo, se você estiver usando um como cliente pelo , não é requerido que este programa também seja distribuído sob GPL. Adicionalmente, aplicações AGI. que são simplesmente carregadas pelo e comunicam-se por essas aplicações nas quais o GNU-GPL não é apropriado ( por causa de algum tipo de link proprietário, por exemplo ), a Digium é a única capaz de licenciar o fora dos termos da GPL, em sua discrição. Para maiores informações sobre o licenciamento do fora da GPL, contactar sales@digium.com.

O é um Livre, portanto de código aberto, que implementa em os recursos encontrados em um PABX convencional, utilizando de .

Inicialmente desenvolvido pela empresa Digium, hoje recebe contribuições de programadores ao redor de todo o mundo. Seu é ativo e sua área de aplicação muito promissora.

O utiliza protocolos abertos tais como , MGCP e para realizar a sinalização das chamadas telefônicas na rede IP.

É possível utilizar o como:

  • Media Gateway - Entre a RTPC e a rede IP (fazendo uso de hardware especial).
  • URA ou Media Server - Tocando mensagens pré-programadas ou com interatividade via DTMF, como música de espera ou cardápio de atendimento.
  • Correio de Voz - Permitindo gravar recados
  • PABX IP - Fazendo controle de encaminhamento de chamadas intra e inter-terminais.

Aplicações

Por ser baseado em livre o pode ser utilizado para a maioria das aplicações de telefonia existentes, além de poder ser integrado com sistemas não-telefônicos, assim, surgindo novas aplicações a todo momento.

Distribuições

@Home: @Home foi criado para fazer uma instalação fácil. A experiência com o deve ser divertida e não levar horas, dias ou necessitar de um expert . Não deixe o nome AsteriskAtHome confundi-lo. @Home contém a versão completa do e outros softwares pré-configurados no CD que fazem a auto-instalação/configuração de um PABX altamente funcional.